O lan­çará no dia 12 de junho seu quarto álbum, Viva La Vida Or Death And All His Friends, e o vide­o­clipe para o pri­meiro sin­gle, Violet Hill já está rodando a Web. O clipe foi fil­mado na Itália, em algum povo­ado des­co­nhe­cido da Sicília.

Goste-se ou não da banda, é justo reco­nhe­cer que ela já fez bons cli­pes como Trouble, Speed of Sound, The Hardest Part.

Desde a divul­ga­ção da capa do disco, deu para notar uma ins­pi­ra­ção em uma esté­tica dos revo­lu­ci­o­ná­rios fran­ce­ses. Com o lan­ça­mento do pri­meiro sin­gle online e grá­tis, notou-se que a ins­pi­ra­ção tam­bém foi incor­po­rada à música com a pre­sença de tam­bo­res que toma­ram o lugar do oni­pre­sente piano — que só apa­rece no final do vídeo e tem pouco des­ta­que na música em si.

O vídeo não deixa de enfa­ti­zar essa influên­cia: os tam­bo­res estão lá, as rou­pas de revo­lu­ci­o­ná­rios esti­li­za­das em jaque­tas e cal­ças jeans tam­bém. As ima­gens do clipe estão todas tona­li­za­das em um tom claro de vio­leta que se inter­ca­lam com cenas mais colo­ri­das e outras acizentadas.

Talvez toda essa ale­go­ria seja para falar da bata­lha que é o amor. A letra da música faz refe­rên­cias cla­ras ao tema: sol­dado, capi­tão e amor. É dra­má­tico, é cor­tante, é Coldplay. :P

O clipe tem vários momen­tos ótimos de pura des­con­tra­ção, coisa que, segundo eles, é raro no Coldplay. Ainda há uma ener­gia com a edi­ção ace­le­rada que acom­pa­nha as bati­das dos tam­bo­res. Cenas legais acon­te­cem com a banda na colina vio­leta (hehe) e as que o Chris Martin brinca com a lupa — assim como Mallu Magalhães fez em J1 (será plá­gio? kiddin’).

Violet Hill peca em repre­sen­tar fiel­mente as refe­rên­cias pro­pos­tas pela música. Vários ele­men­tos que a letra cita estão pre­sen­tes nas imagens.

Um dia após o lan­ça­mento de Violet Hill foi lan­çada uma ver­são alter­na­tiva para o vídeo. Essa ver­são é quase uma vide­o­arte por arti­cu­lar ima­gens de diver­são dos Chefes de Estado mais impor­tan­tes do mundo, cenas de guerra e cenas da banda. A ver­são alter­na­tiva ficou bem melhor que a ver­são ofi­cial, pelo sim­ples fato de abdi­car de qual­quer sen­tido e brin­car com ima­gens de outras fontes.

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