Alicia Keys trans­for­mou seu novo clipe Superwoman em uma ode à mulher moderna que se des­do­bra para supe­rar obs­tá­cu­los de ordem pes­soal, pro­fis­si­o­nal ou econômica.

A can­tora encar­nou uma exe­cu­tiva, uma astro­nauta, uma estu­dante, uma uni­ver­si­tá­ria para mos­trar as difi­cul­da­des que elas pas­sam para alcan­ça­rem sucesso e pro­gre­dir a sua vida pes­soal. Como arti­fí­cio nar­r­ra­tivo, ela recor­reu à ima­gem de Cleópatra para rer­pre­sen­tar o que uma mulher pode fazer ao atin­gir o sucesso. Também encar­nou uma mulher afri­cana que sofre com a seca e com as difi­cul­da­des econô­mi­cas e mesmo assim man­tém um bri­lho na expressão.

Além de uma home­na­gem às mães con­tem­po­râ­neas, Superwoman pode, por exten­são, repre­sen­tar o sucesso que a pró­pria can­tora atin­giu enfren­tando pre­con­cei­tos de raça e de gênero.

Superwoman faz uma bela home­na­gem às luta­do­ras do dia-a-dia, mui­tas vezes anô­ni­mas e imper­cep­tí­veis à grande mai­o­ria das pes­soas. O clipe foi cor­reto em assu­mir um tom neu­tro em sua home­na­gem para evi­tar ser pie­gas ou melodramático.

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