man­tem a tra­di­ção de fazer cli­pes estra­nhos e com carga dra­má­tica exces­siva na atu­a­ção e na his­tó­ria. Ég anda se torna quase um manual de pri­mei­ros socor­ros ao ensi­nar como fazer para sal­var uma vida.

A situ­a­ção toda é tão absurda que o clipe se apro­xima do humor.

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