Um ano depois de lan­çar o Aldeia, o can­tor per­nam­bu­cano faz uns dos ulti­mos shows de divul­ga­ção deste tra­ba­lho na pró­xima sexta (1º de junho), no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, as 21h. O show ini­cia um novo ciclo para a banda, que tem pre­vi­são de lan­çar no segundo semes­tre o seu pri­meiro disco ofi­cial Movido a Vapor, que está atu­al­mente sendo mixado. O show terá par­ti­ci­pa­ção de Almir do Ave Sangria. Os ingres­sos cus­tam R$15,00 e serão ven­di­dos no dia na bilhe­te­ria do Teatro.

Com ajuda do amigo e músico mul­tins­tru­men­tista João 
Cavalcanti, o tra­ba­lho de Tagora busca influên­cias na Tropicália e nos Beatles. 
As gra­va­ções foram rea­li­za­das em um estú­dio mon­tado num sítio em Aldeia,
 bairro ser­rano pró­ximo a Recife, ao longo de duas sema­nas. 

São, ao todo, nove fai­xas que pas­seiam entre o Expresso 2222, de 
Gilberto Gil, Raul Seixas, Moacir Santos, The Kinks e as 
gui­tar­ras fuzz do Udigrudi, cena musi­cal per­nam­bu­cana dos anos 70 que 
reu­niu gente como Ave Sangria, Alceu Valença e Lula Côrtes.

O show de Tagore no Parque Dona Lindu acon­tece na sexta (1º), às 21h.

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