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Papo de Quadrinho — O Grito! Blogs – Quadrinhos

Papo de Quadrinho viu: “Exposição Star Wars no Madame Tussauds”

Você já se imaginou como expectador da batalha entre Darth Vader e Luke Skywalker, ou estar ao lado de Han Solo na cantina de Mos Eisley, ou recebendo as orientações de Yoda no pantanoso planeta Dagobah?

Pois tudo isso se tornou possível quando a Disney se uniu ao Madame Tussauds – museu de cera mais famoso do mundo localizado em Londres – recriando dezesseis momentos icônicos de todos os filmes da Star Wars.

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Na mão contra o recém convertido Sith

Este editor em sua primeira visita ao famoso museu foi conferir essa exposição que fica em cartaz por tempo limitado. A ideia é divulgar o lançamento do novo filme da franquia Star Wars em experiência de imersão, onde é possível circular (e claro, tirar milhares de fotos), vendo em detalhes cenas inesquecíveis dos filmes. Os detalhes das recriações das cenas, o cuidado com personagens e cenários emociona e encanta os visitantes.

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“Han, sabe porque o Hutt atravessou a rua?”

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Detalhes dos personagens nas mãos dos artistas do museu

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” Ai então eu falei pro Anakin: tchê, nem vem com papo porque…”

A primeira coisa é chegar em Londres e descer na estação Baker Street, lar de um famoso detetive inglês que você já deve conhecer. Ali na estação, como em toda cidade, a sinalização é excelente e fica fácil achar o museu, no mesmo quarteirão.

Sherlock

Problemas? Só tocar em 221b em Baker Street

O preço do museu é salgado – 33 libras para visitar todo o museu, mais essa atração – ainda mais se contarmos com a libra na alturas como está na data desse texto. Desnecessário lembrar que as filas para ver e fotografar os cenários são enormes e é preciso bom humor e paciência. O Madame Tussauds tem dois cenários em que é possível fazer uma foto profissional, vendidas na saída da exposição por salgadas 15 libras, bem como uma lojinha com dezenas de produtos licenciados.

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O editor posando ao lado do troféu

A última dica é resistir às tentações da lojinha e comprar algum souvenir legal e barato de Star Wars, como camisetas e brinquedos em outros locais, como as grandes lojas de conveniência como a Primark, H&M ou ainda em lojas especializadas, o que dá um outro passeio bacana.

Bom, e porque essa exposição foi feita em Londres? Talvez porque a filosofia Jedi é a quarta maior religião no Reino Unido, segundo censo de 2001. Ou seja, com a aproximação do novo filme, essa religião só deve ter aumentado!

O veredito é simples: se você está em Londres e é nerd (ou não), não pode perder essa oportunidade. Se as fotos na internet são legais, ao vivo a experiência é fantástica. Curta muito e que a Força esteja com você!

Sucesso na Internet, Gato Mal-Humorado chega aos quadrinhos

GrumpyCat

A primeira minissérie de The Misadventures of Grumpy Cat (As Desventuras do Gato Mal-Humorado), pela Dynamite, terá três partes e lançamento previsto em formato impresso e digital para os próximos meses nos Estados Unidos. Até o fim do ano, as edições serão reunidas num encadernado de capa dura. A editora planeja lançar também um site para publicação de tiras semanais do bichano.

Os quadrinhos são apenas a mais recente empreitada numa longa série de produtos licenciados do gato (na verdade, gata) que ganhou fama na internet. Tardar Sauce, seu nome verdadeiro, tem mais de 7,6 milhões de seguidores no Facebook e já foi assunto em telejornais, fez uma aparição no MTV Movie Awards e em programas como American Idol, The Bachelorette e WWE Monday Night Raw.

O Gato Mal-Humorado é atualmente porta-voz oficial da marca de comida para gatos Friskies, estrelou seu próprio especial de Natal e uma campanha para o Mc Donalds. Há mais de 20 produtos licenciados com sua cara de poucos amigos no mercado norte-americano.

Nos quadrinhos, Tardar vai aparecer ao lado de seu irmão, Pokey.

“Mundo dos Super-Heróis” explica fracasso de “Quarteto Fantástico” no cinema

Mundo dos Super-Heróis 70

Do Press-Release

Quarteto Fantástico, a terceira incursão no cinema da equipe de super-heróis dos quadrinhos, vem amargando nas bilheterias. No fim de semana de estreia nos Estados Unidos, faturou US$ 26 milhões, muito abaixo da expectativa dos executivos da 20th Century Fox e menos da metade arrecadada pelas produções anteriores, em 2005 e 2007.

A revista Mundo dos Super-Heróis 70 (agosto 2015) publica reportagem de capa que tenta explicar o fracasso do filme por motivos de vão muito além da falta de fidelidade aos quadrinhos que serviram de matéria-prima. A equipe da publicação assistiu ao filme antes da estreia e faz uma crítica em que aponta os piores momentos e aqueles (poucos) que se salvam.

A matéria traz ainda informações de bastidores que já davam indícios de que o resultado viria a ser frustrante tanto para o público como também para o estúdio. Como complemento para os fãs que não estão habituados à leitura dos quadrinhos de super-heróis, a revista explora alguns dos elementos de ficção científica presentes nas tramas do Quarteto Fantástico e um pôster central destacável de página dupla, ilustrado pelo brasileiro Joe Bennett, com arte final de Nelson Pereira e cores de Ellis Carlos.

O verso do pôster oferece uma “linha do tempo” com os principais fatos que marcaram o Quarteto Fantástico nos quadrinhos, TV e cinema desde sua criação em 1961 pelos lendários Stan Lee (roteiro) e Jack Kirby (arte), até a estreia do filme neste ano.

Outras matérias

O desenhista Jae Lee deu uma entrevista exclusiva para a Mundo dos Super-Heróis em que fala da carreira e limitações artísticas. Conhecido por seu estilo realista, Lee vem ao Brasil em dezembro para participar como convidado especial da Comic Con Experience, evento de cultura pop que acontece de 3 a 6 de dezembro, em São Paulo.

Para os colecionadores e fãs do Batman, a seção Action Figures faz um passeio pelas figuras de ação, estátuas e miniaturas baseadas na série do Homem-Morcego exibida na TV nos anos 1960. Apesar da enorme legião de fãs, produtos relacionados ao programa foram impedidos de chegar ao mercado por conta de um enrosco contratual entre a Fox e a Warner. Alguns desses bonecos receberam tratamento de luxo e custam mais de R$ 1.000,00.

Completam esta edição: Peneira Pop, com a cobertura da Fest Comix, notícias e curiosidades sobre os super-heróis; quiz para testar os conhecimentos dos leitores; o renascimento dos X-Men nos quadrinhos na década de 1970; linha do tempo do herói Luke Cage, que chega numa série exclusiva da Netflix no ano que vem; a trajetória da First Comics, editora independente que encarou as gigantes Marvel e DC nos anos 1980; análise da série O Longo Dia das Bruxas, uma das mais icônicas do Batman nos quadrinhos; resenhas, dicas de leitura e cartas dos leitores.

Sobre a revista

A Mundo dos Super-Heróis é a única revista brasileira especializada no universo dos super-heróis nas mais diferentes mídias: quadrinhos, livros, séries de TV, desenhos animados, internet e cinema. É também a mais duradoura publicação sobre o gênero, distribuída em bancas desde 2006 e com 70 edições lançadas.

SERVIÇO:

Mundo dos Super-Heróis 70

68 páginas / Formato 20,5 x 27,5 cm / Preço: R$ 12,50.

À venda em bancas de jornal, livrarias e lojas especializadas de todo o país. Assinaturas e compra de números atrasados podem ser feitas pelos telefones (11) 3038-5050 e 0800-888508 ou pelo site www.europanet.com.br/superheroi. Disponível também em versão digital na Apple Store (assinantes da revista impressa têm acesso gratuito ao conteúdo digital). Conheça também a revista nas redes sociais: facebook.com/revistaMSH e Twitter @superherois.

Turma do Pernalonga invade revistas da DC Comics

Em novembro, pelo menos 25 títulos lançados pela editora nos Estados Unidos trarão capas variantes coestreladas por personagens da Looney Tunes.

Confira um preview exclusivo conseguido pelo site Comic Books Resources e, abaixo, a lista completa de revistas.

Batman 46 (arte de Yannick Paquette e Nathan Fairburn)

Batman 46 (arte de Yannick Paquette e Nathan Fairburn)

 The Flash 46 (arte de Francis Manapul)

The Flash 46 (arte de Francis Manapul)

JLA 6 (arte de Howard Porter & HI-FI)

JLA 6 (arte de Howard Porter & HI-FI)

Cyborg 5 (arte deCully Hamner)

Cyborg 5 (arte deCully Hamner)

New Suicide Squad (arte de Bill Sienkiewicz)

New Suicide Squad 14 (arte de Bill Sienkiewicz)

  • Action Comics #46
  • Aquaman #46
  • Batman #46
  • Batman Beyond #6
  • Batman/Superman #26
  • Black Canary #6
  • Catwoman #46
  • Cyborg #5
  • Deathstroke #12
  • Detective Comics #46
  • The Flash #46
  • Grayson #14
  • Green Arrow #46
  • Green Lantern #46
  • Harley Quinn #22
  • Justice League #46
  • JLA #6
  • Robin: Son of Batman #6
  • Sinestro #17
  • Starfire #6
  • New Suicide Squad #14
  • Superman #46
  • Superman/Wonder Woman #23
  • Teen Titans #14
  • Wonder Woman #46

Penitente está de volta em crossovers nacionais

Penitente Encontra

Depois de cinco anos sem ver a luz do dia, o anti-herói de Lorde Lobo retorna numa série intitulada Penitente encontra…., em que vai dividir histórias com outros personagens brasileiros dos quadrinhos.

No primeiro número, disponível já neste mês de agosto, o encontro é com Nova, criação do paraibano Emir Ribeiro, que assina a arte final da edição. O argumento, letreiramento e editoração são de Lobo, e o roteiro, de Edvânio Pontes.

O segundo volume, em produção, trará duas aventuras: uma na companhia de Penitência, de Marcos Franco, e outra do Lagarto Negro, de Gabriel Rocha.

“Não há uma periodicidade fixa e a impressão das edições é por demanda. Inicialmente, produzimos apenas 100 exemplares do número 1, mas se for bem aceito, faremos mais”, contou Lobo ao Papo de Quadrinho.

Outros personagens jpa acertados para fazer parte do projeto são Bispo (Rodrigo Fernandes) e Sepulcro (Alan Yango). Artistas interessados em ver suas criações dividindo as páginas com Penitente podem entrar em contato com o autor pelo e-mail contato@lordelobo.com.br

“A produção destes encontros poderá contar com artistas convidados, que não tenham envolvimento direto na criação dos personagens, atuando como roteirista ou artistas”, adianta Lobo.

Penitente encontra… #1 tem 24 páginas, formato 13,5 x 19,5 cm, capa colorida, miolo em preto e branco e preço de R$ 5,00, já com frete.

Livro faz poesia para vilões do Batman

 

o reverso do morcego

Poeta, ator, dublador, jornalista e publicitário. E ao lado disso tudo, Jorge Ventura é fã de super-heróis. O autor de Sock! Pow! Crash! – 40 anos da série Batman da TV – o manual mais completo sobre a clássica série sessentista já publicado no Brasil – aventura-se mais uma vez pelo universo do Homem-Morcego.

O Reverso do Morcego reúne 30 poemas de Ventura dedicados exclusivamente à galeria de vilões do Batman. Cada poema é ilustrado por Paulo Chacon (Suburbanos). Na definição do autor, o livro é fusão de “literatura e cultura pop em versos e traços”.

A produção independente conta com apoio artístico da CQI e direção executiva de Guilherme Albuquerque. O prefácio é de Mario Abbade (Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro), glossário de Márcio Escoteiro (um dos maiores especialistas de Batman no Brasil) e posfácio de Sílvio Ribas (jornalista e escritor, autor do Dicionário do Morcego).

O livro tem formato 14 x 21 cm, 82 páginas, capa e miolo em preto e branco e preço de R$ 29,90.

Há dois eventos de lançamento agendados no Rio de Janeiro: 15 de agosto no Bartman (Rua Buarque de Macedo, 83 – Catete) e no dia 24, na Livraria Cultura do Cine Vitória (Rua Senador Dantas, 45 – Centro). Para São Paulo, os autores estão programando o lançamento para setembro ou outubro.

“Jornadas” vai lançar 22 livros teóricos, um recorde!

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Em apenas três edições, as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, evento realizado pelo Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA – USP, já se consolidou como um celeiro da produção acadêmica sobre o tema.

Neste ano, nada menos do que 22 livros teóricos serão lançados na programação, que se estende de 18 a 21 deste mês. Nas edições anteriores foram 9 (em 2011) e 8 (2013). A quantidade de lançamentos supera outros eventos de quadrinhos e até mesmo bienais do livro.

Com exceção da tradução inédita do livro francês O Sistema dos Quadrinhos (Thierry Groensteen, Ed. Marsupial), as demais obras são todas nacionais. De acordo com levantamento divulgado pelos organizadores, três delas têm relação com pesquisadores brasileiros falecidos recentemente.

A Linguagem dos Quadrinhos: Estudos de Estética, Linguística e Semiótica reúne textos sobre o trabalho de Antonio Luiz Cagnin (organização de Waldomiro Vergueiro e Roberto Elísio dos Santos, Ed. Criativo); Histórias em Quadrinhos e Práticas Educativas: os Gibis Estão na Escola, e Agora? (de Elydio dos Santos Neto, falecido em 2013); e Moacy Cirne: o Gênio Criativo dos Quadrinhos, biografia escrita pelo jornalista Alex de Souza.

As sessões de autógrafos acontecem todos os dias, às 18h, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Mais detalhes sobre a programação estão no site do congresso.

 

“Quarteto Fantástico” fracassa na estreia americana

THE FANTASTIC FOUR

É triste, mas previsível. Um diretor inexperiente, mudanças desnecessárias na mitologia dos quadrinhos, um reiterado desdém com os fãs. Isso tudo e mais alguns ingredientes acenderam a luz amarela quanto ao sucesso de Quarteto Fantástico nos cinemas.

A resposta veio rápida e implacável: no fim de semana de estreia nos Estados Unidos, a produção dirigida por Josh Trank (Poder sem Limites) faturou apenas US$ 26,2 milhões nas bilheterias.

É pouco, muito pouco para uma produção milionária que se propunha a devolver a dignidade à superequipe dos quadrinhos depois de duas tentativas relativamente frustradas, em 2005 e 2007.

Para se ter uma ideia, a abertura de Quarteto Fantástico ocupa a 32ª segunda posição numa lista de 40 filmes estrelados por personagens da Marvel – isso em valores nominais, sem correção pela inflação.

Os filmes anteriores – Quarteto Fantástico e Quarteto Fantástico e O Surfista Prateado – faturaram, no primeiro final de semana, US$ 56 milhões e US$ 58 milhões, respectivamente. No site agregador de resenhas Rotten Tomatoes, o filme detém a incrível marca de 8% de críticas positivas, contra 27% e 37% de seus antecessores.

Nesta semana, à medida que as críticas negativas viralizavam na internet, Josh Trank publicou no seu Twitter (e depois apagou) que sua versão do filme seria muito melhor do que a que foi parar nas telas.

Boatos dão conta de que houve, sim, interferência de executivos da Fox, mas só porque o diretor parecia perdido, sem saber o que fazer com o filme e que mal se comunicava com elenco e equipe.

É previsível, mas ainda assim triste. A Fox perde dinheiro e os fãs perdem a oportunidade de assistir a um bom filme de uma das equipes de super-heróis mais bacanas dos quadrinhos.

O melhor que o estúdio tem a fazer é assumir sua incompetência, seguir os passos da Sony e chegar a um acordo para devolver os personagens à Marvel Studios. Quem sabe, assim, todos voltam a ganhar.

Assista ao trailer de Quarteto Fantástico:

Jambô lança “Quadrinhos Ácidos”, de Pedro Leite

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Editoras brasileiras, grandes ou pequenas, têm sido inteligentes em explorar o trabalho de autores que fazem sucesso na Internet. Companhia das Letras (Vida e Obra de Terencio Horto), Devir (Um Sábado Qualquer) e HQM (Edibar) são alguns exemplos.

É o caso também da Jambô, que no final do ano passado investiu na versão impressa de Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço, de Germana Viana, e, agora, em Quadrinhos Ácidos, de Pedro Leite.

A série vem sendo publicada na Internet desde 2013, e mantém uma visão crítica e bem-humorada de momentos corriqueiros do cotidiano, como trânsito, fotos de celulares e amigos sem noção.

As 96 páginas do encadernado da Jambô reúnem material publicado pelo autor na página oficial e no Facebook. Os arcos selecionados foram Piores Amigos do Facebook, Leis Que Deveriam Existir, Pessoas Que Eu Não Entendo e Traduções Idiotas de Filmes. Não foi produzido nenhum material inédito para a versão impressa.

O lançamento tem formato brochura, 21 x 21 cm, capa e miolo coloridos e preço de R$ 35.

Editora Draco abre seleção para coletânea de mangás nacionais

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Quem estiver interessado em participar da coletânea Dracomics Shonen deve mandar suas histórias em estilo shonen (voltado não só, mas principalmente, para adolescentes do sexo masculino).

Gêneros como terror, fantasia, ficção científica, humor e outros também serão avaliados.  Será dada preferência a material inédito, e nudez e violência devem ser tratadas com moderação, tendo em conta o público-alvo infanto-juvenil.

Podem inscrever-se tanto artistas completos, que escrevem e desenham, como também duplas de criação, roteiristas e ilustradores – nesse caso, a editora vai tentar formar as duplas criativas.

Cada volume de Dracomics Shonen terá 128 páginas com 6 histórias de 20 páginas, impressão preto e branco, formato álbum e venda em livrarias. Os autores têm 40% de desconto para adquirir os exemplares e revendê-los em eventos, e participam da partilha dos royalties de 15% das vendas.

Interessados têm até dezembro para submeter seus trabalhos pelo e-mail editoradraco@gmail.com com o assunto “DRACOMICS”. Mais informações no site da editora.

Boa sorte!

 

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