Revista O Grito!

Bilheteria EUA: Guardiões da Galáxia retoma liderança no 4º final de semana

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O resultado já era esperado. A nova aventura cinematográfica da Marvel, recuperou o primeiro lugar de As Tartaruga Ninja neste final de semana (22 a 24 de agosto).

Guardiões da Galáxia faturou US$ 17,6 milhões contra US$ 16,8 dos répteis mutantes, segundo estimativa do site Box Office Mojo.

Na prática, significa que o boca-a-boca do primeiro vem funcionando melhor. Guardiões da Galáxia está no quarto final de semana de exibição, e havia perdido o posto para As Tartarugas Ninja na estreia deste (8 a 10) e no fim de semana seguinte (15 a 17).

No agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme da Marvel mantém cotação altíssima de 92% de avaliações positivas dos profissionais e 95% do público – As Tartarugas Ninja amarga cotação de 20% e 60% respectivamente.

A nota triste fica para a fraca estreia de Sin City 2 – A Dama Fatal, que estreou em oitavo lugar no fim de semana, com bilheteria de US$ 6,4 milhões. Os Mercenários 3 também não decolou: depois de fazer US$ 15,7 milhões no primeiro de fim de semana (15 a 17), neste faturou apenas US$ 6,6 milhões, e ficou com o sétimo lugar.

Até o momento, Guardiões da Galáxia acumula US$ 251,8 milhões nas bilheterias norte-americanas, e é o terceiro filme mais assistido do ano naquele país (atrás de Capitão América 2 – O Soldado Invernal e LEGO Movie). A bilheteria mundial está em US$ 489,5 milhões.

Papo de Quadrinho viu: “Deep Breath” de Doctor Who

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Em respeito aos leitores do blog, este texto não contém spoilers

Rodeado de expectativa, estreou ontem na BBC o primeiro episódio da nova temporada de Doctor Who, apresentando o ator Peter Capaldi que interpretará o Doutor.

Para quem não conhece ou apenas ouviu falar da série, Doctor Who é um dos seriados mais bacanas já produzidos, um verdadeiro ícone da TV inglesa, que figura no Guinness World Records como a série de ficção científica televisiva de mais longa duração no mundo, embora seja relativamente nova para o público brasileiro.

O Doutor é um Senhor do Tempo, um alienígena capaz de viajar através do tempo e do espaço em sua nave chamada TARDIS (Time and Relative Dimensions in Space), nave com a curiosa forma de uma cabine telefônica britânica da década de 1960.

Para manter a série, toda vez que é necessário trocar o ator que interpreta o personagem principal, ele sofre uma regeneração,  poder fictício que permite ao Doutor mudar a aparência, atitude, gosto, mas manter a memória — na prática, uma desculpa para trocar o ator e refrescar a série. Na última temporada, o ator Matt Smith deu lugar a Peter Capaldi.

Deep Breath é o episódio que abre a oitava temporada moderna da série e mantem a tradição de brincar com essa mudança e explorar os atributos do novo ator. A principal mudança desta vez diz respeito a idade dos atores, já que o anterior era bem mais novo: Matt Smith, tinha 28 anos quando se tornou o Doutor, Peter Capaldi tem 56.

dw1Tudo começa com a Tardis sendo cuspida por um dinossauro em pleno centro de uma Londres vitoriana. O novo-velho Doutor aparece desorientado e vai sendo reapresentado ao público, apoiado por personagens já conhecidos da série como a reptiliana Madame Vastra e sua esposa humana, Jenny Flint, além de seu criado atarracado, o sontariano Strax.

Brincadeiras de roteiro com a aparência, sotaque (Capaldi é escocês) e idade, são a tônica do episódio. Enquanto o Doutor tenta entender seu novo corpo, precisa investigar e desvendar uma série de assassinatos. Ao mesmo tempo, procura recuperar a confiança de sua parceira, Clara Oswald (Jenna-Louise Coleman), que após a regeneração não o reconhece física e emocionalmente.

dw2O episódio mantem a fórmula que faz de Doctor Who um sucesso entre os nerds: equilibra boa ação, fantasia, terror, piadas e citações que remetem à própria série e claro, personagens carismáticos.

Pelo que percebemos, teremos um Doutor um pouco diferente do anterior, mais agressivo, talvez mais durão. Outro destaque é a bela abertura que foi criada Billy Hanshaw, fã da série que trabalha com design de animação e caiu nas graças dos produtores.

Para conhecer melhor, conheça o canal oficial de Doctor Who na BBC e o site de fã Doctor Who Brasil.

 

Papo de Quadrinho viu “Batman: Assault on Arkham”

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A mais recente animação da Warner/DC, lançada diretamente em DVD e Blu-Ray neste mês nos Estados Unidos, é a primeira a se inspirar no universo dos videogames – no caso, na franquia Batman: Arkham.

Em termos cronológicos, a história se passa depois de Arkham: Origins, e mostra a investida do Esquadrão Suicida – grupo de vilões recrutado por Amanda Waller – ao manicômio para resgatar informações sigilosas roubadas pelo Charada. Nesse meio tempo, Batman corre contra o tempo para encontrar uma bomba suja plantada em Gotham City pelo Coringa.

Claro que um grupo desses não poderia funcionar, e dentro do Asilo Arkham as coisas fogem do controle, ainda mais quando cada vilão tem sua própria agenda e o Coringa entra na equação.

Batman: Assault on Arkham é uma animação de dois integrantes do Esquadrão Suicida: Pistoleiro e Arlequina. O primeiro faz o tipo vilão honrado, enquanto a outra rouba a cena com sua atitude desmiolada.

Não há reparos a fazer nem em relação à técnica – que felizmente abandonou o visual anime das últimas animações da DC –, muito menos quanto ao roteiro bem estruturado, dinâmico e com as ótimas cenas de ação em que Batman se envolve.

O que chama atenção é o caráter mais “adulto” do desenho. Não à toa, está sendo lançado com classificação PG-13 (impróprio para menores de 13 anos).

Algumas cenas de cabeças explodindo talvez até sejam mais comuns para as crianças de hoje do que eram antigamente. Mas em outras, especialmente as que envolvem o Coringa, há crueldade somada à violência. E o sexo casual entre dois personagens, se não chega a seja a ser explícito é bastante sugestivo.

Melhor assim. O anterior O Filho do Batman pecou não só pela trama fraca e meio sem sentido, mas principalmente pela trama piegas e infantiloide. Batman: Assault on Arkham, ao contrário, é um desenho feito por gente grande para gente grande.

O Jogo do Exterminador: HQ é melhor que filme

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Sem alarde, como de praxe, a Panini colocou nas bancas um encadernado com a primeira parte da adaptação de O Jogo do Exterminador – Escola de Combate, premiada ficção científica de Orson Scott Card, para os quadrinhos.

Christopher Yost já havia mostrado competência para transpor uma linguagem para outra no seu trabalho à frente da animação Vingadores: Os Maiores Heróis da Terra, que levou para a TV arcos importantes da superequipe nos quadrinhos. Agora, ele prova que domina seu ofício.

Toda adaptação incorre em perda, e o leitor deve estar ciente disso – ainda mais numa ficção complexa como a de Scott Card. O Jogo do Exterminador não é apenas sobre o treinamento de uma criança superdotada com potencial para salvar a Terra de uma raça alienígena, como faz parecer o longa-metragem de 2013.

Há sutilezas que envolvem a manipulação das emoções de Andrew “Ender” Wiggin — em especial a relação de amor e ódio com o irmão mais velho Peter e o papel fundamental da outra irmã, Valentine — que o roteiro de Yost capta muito melhor do que o filme consegue fazer.

A arte de Pasqual Ferry dispensa apresentação, e neste trabalho ele teve a felicidade caracterizar personagens complexos como se estivessem num livro infantil. Chega a ser uma vantagem sobre o livro, uma vez que não deixa o leitor esquecer que, apesar de tudo, trata-se de crianças.

Agora é torcer para que a Panini lance não só a segunda e última parte com a conclusão da trama principal (O Jogo do Exterminador – Escola de Comando), mas também se empolgue em trazer para o Brasil as outras HQs publicadas nos Estados Unidos.

Em especial The League War, que mostra os esforços dos irmãos de Ender para manipular o jogo de poder mundial e impedir que a tênue paz entre as nações da Terra seja rompida com o fim da guerra espacial. No original de Scott Card, esta é uma das passagens mais interessantes.

Estreia de Tartarugas Ninja desbanca Guardiões da Galáxia

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A nova incursão dos répteis mutantes no cinema faturou estimados US$ 65 milhões no fim de semana de 8 a 10 de agosto.

Apesar de ficar muito aquém da estreia dos Guardiões da Galáxia, foi suficiente para destronar o filme da Marvel em seu segundo final de semana.

Ainda assim, Guardiões mantém bom desempenho: os US$ 41 milhões faturados coloca o longa em pé de igualdade com outros blockbusters no mesmo período (segundo fim de semana), como Capitão América 2: O Soldado Invernal e O Homem de Aço, e à frente de Thor: O Mundo Sombrio e de O Espetacular Homem-Aranha 1 e 2.

Em apenas 10 dias de exibição, Guardiões da Galáxia já faturou R$ 175 milhões nos Estados Unidos.

“Guardiões da Galáxia” faz R$ 11,8 milhões na estreia brasileira

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O filme começou a ser exibido no País na quinta-feira, 31 de julho. Segundo a Disney, foram 850 mil espectadores. Apesar de ficar em primeiro lugar no fim de semana, está longe de ser uma boa estreia nos cinemas brasileiros.

Leia nossa crítica do filme aqui.

Na comparação com outras aberturas de 2014, Guardiões da Galáxia fica na 11º posição, atrás de (nessa ordem): Homem-Aranha 2: A Ameaça de Elektro, Noé, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, Rio 2, Planeta dos Macacos: O Confronto, Capitão América 2: O Soldado Invernal, Como Treinar seu Dragão 2, 300: A Ascensão do Império, Malévola e A Culpa é das Estrelas.

Bem diferente dos Estados Unidos: no mesmo final de semana, o filme faturou US$ 94 milhões e já é a terceira melhor estreia do ano.

Por outro lado, Guardiões da Galáxia teve melhor desempenho de estreia que Godizilla, Robocop e Transformers 4: A Era da Extinção.

Bilheteria EUA: “Guardiões da Galáxia” é a terceira maior estreia do ano

G2

Saiu há pouco a estimativa das bilheterias norte-americanas para o fim de semana de 1 a 3 de agosto. Guardiões da Galáxia faturou US$ 94 milhões e é a terceira maior abertura do ano, atrás apenas de Transformers 4: A Era da Extinção (US$ 100 milhões) e Capitão América 2: O Soldado Invernal (US$ 95 milhões).

Leia nossa crítica do filme aqui.

Com isso, o filme da pouco conhecida superequipe ficou à frente de franquias consagradas que ganharam sequências em 2014, como Godzilla (US$ 93,2 milhões), O Espetacular Homem-Aranha 2 (US$ 91,6 milhões) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (US$ 90,8 milhões).

A estimativa é que Guardiões da Galáxia rendeu mais US$ 66,4 milhões na soma dos outros países que fizeram a estreia neste fim de semana. No total, o filme já estaria praticamente pago em apenas três dias (o investimento divulgado na produção é de US$ 170 milhões).

Crítica: Guardiões da Galáxia: O mundo pertence a quem se atreve

G1

Em respeito aos leitores do blog, este texto não contém spoilers

E não é que a Marvel conseguiu? Pegou uma equipe de super-heróis desconhecida até mesmo de boa parte dos leitores de quadrinhos; escalou um elenco em que os atores mais estrelados, Vin Diesel e Bradley Cooper, apenas emprestam a voz a dois personagens criados por computação gráfica; entregou roteiro e direção nas mãos de um diretor oriundo do cinema independente, James Gunn.

Chamar Guardiões da Galáxia, que estreou no dia 31 de julho no Brasil, de “aposta” é eufemismo. O termo correto é “risco”.

É claro que a Disney colocou sua máquina de propaganda para trabalhar. E a Marvel fez sua parte, voltando a lançar HQs da superequipe depois de pelo menos quatro anos.

Mas nem tanto dinheiro poderia comprar os elogios da crítica e dos exigentes fãs de quadrinhos. Nas redes sociais, é unânime a opinião favorável de quem já assistiu. No agregador de resenhas Rotten Tomatoes, o filme tem 92% de críticas profissionais positivas e 96% de aprovação da audiência.

Papo de Quadrinho faz coro à esmagadora maioria: Guardiões da Galáxia é inteligente, empolgante, divertido, (melo)dramático, cheio de referências. Um filmaço!

A trama

Peter Quill (Chris Pratt) é abduzido da Terra ainda garoto, logo após a morte de sua mãe, e se torna o ladrão espacial Senhor das Estrelas, menos notório do que ele imagina. Sem saber, acaba roubando um artefato desejado pelo ser mais poderoso do universo, Thanos (Josh Brolin).

Com uma mina de ouro na mochila e a cabeça a prêmio, começa mal seu relacionamento com a assassina Gamora (Zoe Saldana) e dois caçadores de recompensa: o guaxinim falante Rocky Raccoon (Cooper) e seu guarda-costas vegetal Groot (Diesel).

A confusão que aprontam em Xandar, planeta patrulhado pela Tropa Nova, leva todos para a cadeia, onde conhecem o irascível Drax, o Destruidor (Dave Bautista). Este inusitado grupo une-se para escapar da prisão levando consigo o artefato roubado. Mais tarde, eles descobrem o poder descomunal do objeto e compreendem por que Thanos, o rebelde kree Ronan (Lee Pace) e sua parceira Nebula (Karen Gillan) o desejam tanto.

Filme-homenagem

A história versa sobre a amizade, e como ela pode florescer nas situações mais improváveis. O fio que os une inicialmente – os propósitos egoístas – é substituído pelo que Senhor das Estrelas, Gamora, Drax, Rocky e Groot têm em comum: a dor da perda e uma sensação de não pertencerem a lugar nenhum.

O elenco afinadíssimo concorre para que essa premissa do roteiro funcione, e o destaque vai para o carisma de Bautista, ex-campeão de MMA e praticamente um estreante no cinema.

Guardiões da Galáxia é um filme-referência, ou melhor: um filme-homenagem. Aos 44 anos (a propósito, completados na próxima terça-feira, 5 de agosto), James Gunn espalhou pelo filme tudo aquilo que faz parte sua bagagem de cultura pop.

Há referências óbvias a Star Wars, em especial nas batalhas espaciais; a Os Suspeitos, na forma como os personagens principais são apresentados à audiência; a Indiana Jones, na “caça ao tesouro” e na cena em que Drax enfrenta Nebula; e também a De Volta para o Futuro e Footloose – uma piada recorrente da trama.

Mas é na trilha sonora que o diretor arrasa. A pretexto de mostrar a ligação de Peter Quill com a Terra, seu walkman (isso mesmo, aquele toca-fitas portátil) enche o filme com as músicas que sua mãe gravava para ele, todos hits dos anos 1970: de Marvin Gaye a Jackson 5.

Universo espacial

Guardiões da Galáxia é o último filme da chamada Fase 2, da Marvel, que vai culminar no segundo filme dos Vingadores no ano que vem. Como parte do coeso universo que o estúdio vem construindo no cinema, o filme dá sua contribuição de forma modesta.

Thanos, visto na cena pós-crédito de Os Vingadores em 2012, recebe mais atenção. O Titã Louco e seu papel no intrincado jogo de poder ficam cada vez mais eveidentes.

Mas a ligação com a mitologia cinematográfica da Marvel até então para por aí. Guardiões serve para inaugurar uma nova era, a era espacial. Comprova que o Universo Marvel, também nos cinemas, se expande além Terra, e que os asgardianos não são a única raça intergaláctica.

No entanto, o filme de Gunn é descompromissado, fechado em si mesmo. Não depende dos outros para existir e nem cria ganchos para as aventuras dos heróis de “primeira linha”. Como e quando estes mundos distintos irão colidir é o grande trunfo da Marvel para os próximos anos.

Senhor das emoções

Se Peter Quill é o Senhor das Estrelas, James Gunn é o Senhor das Emoções. Um diretor que arranca uma lágrima nos primeiros dois minutos de filme e um sorriso largo no terceiro merece toda a atenção.

Na primeira meia hora, Gunn já tem o coração do espectador nas mãos, e o coloca numa gangorra que vai do nó na garganta à gargalhada, tendo no meio a emoção da aventura.

Tudo o que era “risco” virou “acerto”: a equipe desconhecida, o elenco desconhecido, o diretor desconhecido. Como disse Chaplin, o mundo pertence a quem se atreve. Da última vez que a Marvel arriscou-se tanto, saiu o primeiro filme do Homem de Ferro (2008). O resultado daquela ousadia é mais do que conhecido.

8Inverso seleciona originais de quadrinhos e livros

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Tem um projeto de quadrinhos na gaveta? Confia no seu taco? Então esta pode ser sua oportunidade de publicar por uma editora que vem primando pela qualidade dos lançamentos.

A gaúcha 8Inverso (O Boxeador, Bourbon Street, Baby’s Black) está selecionando originais até o dia 31 de dezembro. A oportunidade está aberta para autores de quadrinhos e também de ensaios de humanidades, romances juvenis ou adultos e livros infantis, que precisam ter “ênfase histórica, biográfica ou social”. Os textos devem ser submetidos na íntegra, acompanhados de um parágrafo de sinopse e currículo do autor.

No caso dos quadrinhos, só valem graphic novels (história em edição única, não seriada). O autor precisa encaminhar o roteiro completo e algumas páginas desenhadas, além do currículo. Quem tiver portfólio com trabalhos anteriores publicados, mesmo que em blogs pessoais, deve enviar também, pois isso será levando em conta na seleção.

O endereço eletrônico para remessa do material é exclusivamente escritalegal@8inverso.com.br, em formato PDF.

Miniaturas “especiais” da Marvel e DC começam a chegar ao Brasil

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Conforme adiantado com exclusividade pelo jornalista e colecionador Eder Pegoraro na revista Mundo dos Super-Heróis 57 (nas bancas), a Eaglemoss está satisfeita com as vendas das coleções de figurines no país.

O próximo passo da editora britânica é lançar as chamadas figuras “especiais”, ou seja, aquelas que não fazem parte da coleção encontrada nas bancas: maiores (ou duplas), mais caras e vendidas exclusivamente na sua loja virtual.

Entre as novidades anunciadas estão, pela Marvel, Destroyer, Apocalipse, Mojo, Fanático, Arcanjo, Executor, Rino, Homem-Coisa, Ka-Zar, Manto e Adaga, Galactus e Sentinela – estas últimas com incríveis 20 cm de altura, o dobro de um figurine regular – e, pela DC, Apocalypse (anteriormente fornecido como brinde para assinantes), Darkseid, Antimonitor (também com 20 cm), Batman (com moto) e uma figura dourada do Superman.

A Eaglemoss já havia lançado por aqui duas figuras “especiais”: Hulk e Vigia. Das novidades anunciadas, algumas já se encontram à venda: Apocalypse, Destroyer e Sentinela. Cada uma custa aproximadamente R$ 60 (50% a mais que as regulares).